quinta-feira, 22 de maio de 2008

OS INCRÍVEIS (EU TE AMO, MEU BRASIL) (1970)


Fonte: YouTube.

"Grupo de rock formado em 1962 em São Paulo com o nome The Clevers, inspirado nos conjuntos vocais-instrumentais norte-americanos, muito populares na época. Em 1963 gravaram um compacto e um LP, fazendo sucesso dentro do estilo twist, então na moda. Dois anos depois, por problemas legais, mudam o nome para Os Incríveis, iniciando a fase de maior sucesso do grupo. Entre o fim da década de 60 e o início da seguinte lançaram músicas muito populares como a versão "Era um Garoto que como Eu Amava os Beatles e os Rolling Stones" (G. Morandi, versão de Brancato Jr.) e "Eu Te Amo, Meu Brasil" (Dom/ Ravel), canção identificada com o regime militar e que trouxe desprestígio para o grupo. Em seguida se separaram e alguns dos integrantes partiram para carreiras solo. Em 1973 e 74 Risonho, Mingo e Nenê se juntaram para gravar dois discos, e no fim da década de 80 se reuniram mais uma vez, com formações variáveis, para apresentações e shows pelo Brasil. Participaram ainda dos discos e shows comemorativos dos 30 anos da Jovem Guarda, em 1995. Fizeram parte d'Os Incríveis Mingo, voz e guitarra; Risonho, guitarra; Manito, teclados e saxofone; Netinho, bateria; Neno e depois Nenê, baixo."
(Fonte: http://cliquemusic.uol.com.br/artistas/incriveis-os.asp)

DOM E RAVEL (MARCAS DO QUE SE FOI)


Fonte: YouTube.

"Ravel", ex. integrante da famosa e polêmica dupla da MPB "Dom & Ravel" , que à partir dos anos 70, sempre apontaram nas paradas de sucessos nos primeiros lugares tanto em execução como em vendagem, através de uma linha de trabalho cujas obras musicais estimularam a sociedade à amar nossa terra e a nossa gente, à se interessar pelo desenvolvimento nacional, à buscar sempre um convívio fraternal em suas relações, sensibilizando de forma pacífica os corações dos mais favorecidos pela sorte, no que se refere ao sofrimento dos mais humildes. Procurando manifestar ao longo de suas produções artístico musical, os sentimentos de alegria e de tristeza do nosso povo.
Compreendidos e elogiados pôr muitos que conseguiram alcançar o sentido da proposta da dupla, como também perseguidos e discriminados pôr alguns que não tiveram infelizmente, o cuidado de analisar os verdadeiros valores da linguagem abordada em suas composições, que foram e serão sempre exploradas politicamente, é claro, pelo conteúdo social existente nas letras, sendo então aproveitadas para reforçar suas ideologias partidárias, fazendo-se pensar erradamente que foram tais obras criadas para esse fim. Porém para eles artistas, o objetivo principal foi e será sempre um só, o seu público, para o qual sempre se colaram como verdadeiros porta-vozes através de necessárias canções sociais.
(fonte: www.jovem-guarda.com)

BARRAGEM DA SANGA RASA, BAGÉ, RS

 

Fonte: Jornal CORREIO DO SUL, edição de 22.maio.2008.

A barragem da Sanga Rasa abastece de água a cidade de Bagé, RS.
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PRAÇA DAS CARRETAS, BAGÉ, RS

 


Fonte: Jornal CORREIO DO SUL, edição de 22.maio.2008.
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quarta-feira, 21 de maio de 2008

sábado, 17 de maio de 2008

MÚSICA DO NOSSO TEMPO II (CAT STEVENS, 1970)



Cat Stevens, hoje Youssuf Slam, interpreta "Lady D'Arbanville" em um programa de televisão em 1970, quando estávamos no 1º ano do Ginásio do Colégio N.S. Auxiliadora, Bagé, RS.