Por Paccelli José Maracci Zahler
Em 17 de maio de 1983, durante uma das aulas de campo do curso de Mestrado em Ecologia, a minha turma acabou dando apoio ao movimento dos veteranos para impedir a construção de uma barragem próxima à Fazenda Água Limpa da UnB.
Ainda vivíamos sob o regime militar, daí o meu receio em participar. Envolvido pelo entusiasmo do grupo, acabei fazendo parte do movimento.
Foi a minha primeira experiência como ativista ambiental.
Nesta foto, sou o terceiro da esquerda para a direita (de chapéu).
quarta-feira, 29 de abril de 2009
SEMPRE ALERTA!
Por Sergio Moacir Pereira Fontana
Quando vi o desfile dos escoteiros na abertura dos desfiles da Semana da Pátria, em 1971, pensei, no mesmo momento, em me tornar um deles. Achei bonita a performance da gurizada, daí o interesse. Uns dias depois descobri que dois outros meninos que moravam perto da minha casa, também tiveram a mesma idéia.
As reuniões do Grupo Escoteiro Dom Diogo de Souza, em Bagé, RS, eram aos sábados, a partir das 14 horas. Fui lá e me apresentei, digo, a minha mãe foi junto - para me matar de vergonha – e falou com o chefe dos escoteiros. Fui integrado ao grupo na tropa 2, porque a tropa 1 já estava completa. Foi a fórmula encontrada para dar conta do “enxame” de garotos que resolveu aparecer por lá – coincidência, ou não – uma ou duas semanas depois do Dia da Independência.
Não sei se o governo militar no Brasil tinha alguma relação com o Movimento Escoteiro, mas eu logo descobri que não tinha muita aptidão para aquela rigidez toda. O regime era de quartel, e com direito a enérgicos xingamentos por parte dos chefes das duas tropas.
Resisti por dois anos. Mas durante o tempo em que estive por lá, levei a sério as leis do escoteiro e, por incrível que pareça, procuro segui-las até hoje.
Quando a “febre” do escotismo baixou e mais da metade dos participantes do grupo abandonou as reuniões, desfez-se a tropa 2, na qual eu servia, integrando a patrulha Cobra. Fui designado para a patrulha Águia que fazia parte da antiga tropa 1.
O lema "voar alto" [escrito na bandeirola de feltro verde e preto], o símbolo e o "grito" da Águia ficaram para sempre gravados nas minhas boas lembranças:
Cri, cri, cri!
A Águia está aqui
Voando
Ganhando
A Águi-a!
Quando vi o desfile dos escoteiros na abertura dos desfiles da Semana da Pátria, em 1971, pensei, no mesmo momento, em me tornar um deles. Achei bonita a performance da gurizada, daí o interesse. Uns dias depois descobri que dois outros meninos que moravam perto da minha casa, também tiveram a mesma idéia.
As reuniões do Grupo Escoteiro Dom Diogo de Souza, em Bagé, RS, eram aos sábados, a partir das 14 horas. Fui lá e me apresentei, digo, a minha mãe foi junto - para me matar de vergonha – e falou com o chefe dos escoteiros. Fui integrado ao grupo na tropa 2, porque a tropa 1 já estava completa. Foi a fórmula encontrada para dar conta do “enxame” de garotos que resolveu aparecer por lá – coincidência, ou não – uma ou duas semanas depois do Dia da Independência.
Não sei se o governo militar no Brasil tinha alguma relação com o Movimento Escoteiro, mas eu logo descobri que não tinha muita aptidão para aquela rigidez toda. O regime era de quartel, e com direito a enérgicos xingamentos por parte dos chefes das duas tropas.
Resisti por dois anos. Mas durante o tempo em que estive por lá, levei a sério as leis do escoteiro e, por incrível que pareça, procuro segui-las até hoje.
Quando a “febre” do escotismo baixou e mais da metade dos participantes do grupo abandonou as reuniões, desfez-se a tropa 2, na qual eu servia, integrando a patrulha Cobra. Fui designado para a patrulha Águia que fazia parte da antiga tropa 1.
O lema "voar alto" [escrito na bandeirola de feltro verde e preto], o símbolo e o "grito" da Águia ficaram para sempre gravados nas minhas boas lembranças:
Cri, cri, cri!
A Águia está aqui
Voando
Ganhando
A Águi-a!
quinta-feira, 23 de abril de 2009
sexta-feira, 10 de abril de 2009
SUBINDO PELAS PAREDES, VIAMÃO, RS (31.mar.2007)
Por Sergio Moacir Pereira Fontana
Esta é a sequência de uma escalada em parede que, entre outras travessuras, eu andei fazendo em Viamão, RS, neste local aí http://www.quinta-da-estancia.com.br.
A façanha foi num fim-de-semana, sábado, 31 de março de 2007.
Algumas horas antes, uma pose desinibida com um novo amigo que arranjei pelo caminho.
Esta é a sequência de uma escalada em parede que, entre outras travessuras, eu andei fazendo em Viamão, RS, neste local aí http://www.quinta-da-estancia.com.br.
A façanha foi num fim-de-semana, sábado, 31 de março de 2007.
Algumas horas antes, uma pose desinibida com um novo amigo que arranjei pelo caminho.
segunda-feira, 6 de abril de 2009
ENCONTRO COM A SÍLVIA FORTES (MARÇO, 2009)
Por Werner Ximendes Beck
Foi sensacional rever a Sílvia, pedi ela emprestada pro "cumpadre" (o marido) e fomos fazer um brinde. Ela judiou de nós (eu e a Suzete), porque demorou muito pra chegar aqui em Santa Maria. Só nessa espera tomei três banhos e gastei um meio litro de perfume (fiquei muito nervoso), mas ao final fomos bebemorar e dar uma fofoqueada básica, pena que o tempo nestas horas passa rápido demais. Óiem nóis aí na seção "xope no xoping". A última foto é um brinde a todos. Comentários, críticas e ciumeiras serão bem vindas lá nos grupo do "gugle".
Foi sensacional rever a Sílvia, pedi ela emprestada pro "cumpadre" (o marido) e fomos fazer um brinde. Ela judiou de nós (eu e a Suzete), porque demorou muito pra chegar aqui em Santa Maria. Só nessa espera tomei três banhos e gastei um meio litro de perfume (fiquei muito nervoso), mas ao final fomos bebemorar e dar uma fofoqueada básica, pena que o tempo nestas horas passa rápido demais. Óiem nóis aí na seção "xope no xoping". A última foto é um brinde a todos. Comentários, críticas e ciumeiras serão bem vindas lá nos grupo do "gugle".
DIÁRIO DE UMA VIAGEM AO EXTERIOR (FEV, 2009) 3
Por Werner Ximendes Beck
g) Três fotos passando pela ponte.
h) A placa da ponte sobre o Rio Jaguarão (lado brasileiro);
g) Três fotos passando pela ponte.
h) A placa da ponte sobre o Rio Jaguarão (lado brasileiro);
DIÁRIO DE UMA VIAGEM AO EXTERIOR (FEV, 2009) 2
Por Werner Ximendes Beck
d) A ponte do lado uruguaio, ao fundo Jaguarão;
e) Cristiane e a ponte;
f) Ir para o Uruguay e não comer "pancho" é impossível. Faltou fotógrafo para registrar o feito, a fome era grande;
d) A ponte do lado uruguaio, ao fundo Jaguarão;
e) Cristiane e a ponte;
f) Ir para o Uruguay e não comer "pancho" é impossível. Faltou fotógrafo para registrar o feito, a fome era grande;
DIÁRIO DE UMA VIAGEM AO EXTERIOR (FEV, 2009)
Por Werner Ximendes Beck
Querido Diário,
No dia 28/02/09 fizemos uma viagem turistica "classe econômica" até nossos vizinhos da Província Cisplatina ou Colonia do Sacramento ou ROU ou República Oriental del Uruguay. Olhem só os farofeiros em ação em Rio Branco:
a) A placa indicando a fronteira, aqui Uruguay, lado de lá Brasil;
b) Os nobres viajantes: Sr. Saavedra, Sr. Quintanilha, Sr. Beck e Sr. Mattos;
c) Sr. Mattos trocou de lugar com a Sra. CBB;
Querido Diário,
No dia 28/02/09 fizemos uma viagem turistica "classe econômica" até nossos vizinhos da Província Cisplatina ou Colonia do Sacramento ou ROU ou República Oriental del Uruguay. Olhem só os farofeiros em ação em Rio Branco:
a) A placa indicando a fronteira, aqui Uruguay, lado de lá Brasil;
b) Os nobres viajantes: Sr. Saavedra, Sr. Quintanilha, Sr. Beck e Sr. Mattos;
c) Sr. Mattos trocou de lugar com a Sra. CBB;
quarta-feira, 1 de abril de 2009
FOTOS DE BAGÉ, RS (Março, 2009)
Por Sergio Moacir Pereira Fontana
Interior da Catedral de São Sebastião.
Câmara de Vereadores de Bagé, RS.
Obs.: As fotos foram tiradas com o telefone celular. O efeito ficou maravilhoso, na minha opinião. Meus agradecimentos ao Sergio Fontana.
Interior da Catedral de São Sebastião.
Câmara de Vereadores de Bagé, RS.
Obs.: As fotos foram tiradas com o telefone celular. O efeito ficou maravilhoso, na minha opinião. Meus agradecimentos ao Sergio Fontana.
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